É COM IMENSO PRAZER QUE DAMOS VIDA À ESSE BLOG DO BAR DO TORTO!!
VEM PRÁ CÁ VOCÊ TAMBÉM!!
O torto está de volta!
Depois de algumas semanas de férias o Magrão voltou "Com tudo" e avisa que o Torto Bar já está funcionando.
Apareeçaaa!
Férias merecidas
Quadra Cultural traz Rolando Boldrin a Curitiba
Um dos maiores expoentes da música popular brasileira, conhecido por sucessos inesquecíveis como "Vide Vida Marvada", Rolando Boldrin realiza apresentação única em Curitiba no próximo dia 03 de setembro, no Teatro Guaíra.
Data: 03 de Setembro
Horário: 21 horas
Local: Teatro Guaíra
Valor: R$ 80,00 (No Bar do Torto preço especial, como sempre)
Liga do Bar do Torto
Fala moçada!
Essa é pra quem conhece o jogo eletrônico Cartola FC da Globo.com.
Nesse jogo você gerencia um time com jogadores da Série A do Campeonato Brasileiro, com base no desempenho real dos atletas que você acompanha durante a semana.
O Samir avisa que criou nesse jogo uma Liga do Torto Bar. Então quem quiser se reunir para discutir os resultados da rodada acesse http://cartolafc.globo.com/#!/liga/o-torto-bar
E se quiser continuar essa conversa bebendo uma gelada tem O Torto Bar !
É isso!
A trajetória musical de Elza Soares em show
Quadra Cultural no Jornal do Estado

Reinaldo Bessa
Odair José dá uma palhinha no Torto Bar tendo ao fundo Arlindo Ventura, o Magrão, idealizador do Quadra Cultural, e a vereadora Renata Bueno, umas das apoiadoras da quinta edição do evento, que levou uma multidão ao bairro São Francisco no último sábado
Odair José, o indecifrável. Entrevistão.
Por Cristiano Castilho para Gazeta do Povo
entrevista: ODAIR JOSÉ
O cantor goiano de 62 anos se apresenta em Curitiba no sábado. Segue a versão mais bruta da entrevista que fiz com ele para a (outra) Folha.
Leio por aí que os jovens universitários formam a base do seu público atual. E a audiência mais popular, deixou de acompanhar você?
Eu continuo conhecido entre o público popular e de idade mais avançada. Mas o Odair José não é mais o foco deles. No momento, são os jovens que vão aos meus shows, e eu fico muito feliz com isso. Porque é o jovem que sai de casa, não o velho.
Digo isso porque sou velho, não sou de ir para lugar nenhum. Segunda-feira agora, em Recife (no evento Rec-Beat), 30 mil pessoas ficaram debaixo de chuva para me ver tocar. Então, para mim está muito bom desse jeito.
De onde vem esse interesse dos mais novos pelo seu trabalho?
Não acho uma explicação muito adequada para isso, mas estou chegando à conclusão de que fiz uma coisa que teve qualidade. E digo isso sem pretensão nenhuma, até porque não sou desse tipo. O engraçado é que esses jovens se interessam mais pelo que produzi nos meus primeiros cinco anos de carreira.
Mas quais elementos da sua música, especificamente, você acredita que chamam a atenção dos novos fãs?
Meu som, apesar de ser simples, tem uma cara meio pop. Dentro da minha capacidade, sempre tentei fazer música de acordo com o que acontecia no resto do mundo. Sempre me interessei por rock inglês, pop americano.
Quanto às letras, acho que os jovens gostam delas porque falam do dia-a-dia da rua. Afinal de contas, eu também era jovem naquela época, né? (ri) De qualquer forma, penso que esse público me procura e me aceita porque uma nova geração de músicos fala de mim, grava minhas músicas.
Também leio que agora você é aceito pelos intelectuais. Que virou cult de uns anos para cá. Como se a sua parceria com o Caetano, ainda no começo dos anos 70, não tivesse existido...
É engraçado isso. Agora mesmo, no começo de janeiro, saiu uma matéria no jornal O Globo em que a mulher dizia assim: "A vida coloca Odair José em seu devido lugar". Mas onde eu estava, que não estava no meu devido lugar? (ri) Nunca vi o meu trabalho não ter algum tipo de reconhecimento.
O que aconteceu é que, em um determinado momento, eu não fui tão competente, atento, focado. E daí surgiu um espaço. Mas reconheço que comecei a ver minha música de outra forma nos últimos tempos. Hoje, graças ao público jovem, estou redescobrindo meu próprio repertório. E subo no palco para tocar com uma satisfação enorme.
Além de ser um cronista urbano, você também fala muito do amor. O amor mudou muito desde o começo da sua carreira?
O amor não mudou em nada, continua a mesma coisa. O que mudou é que as pessoas estão mais abertas a determinadas expressões do amor. Não é mais importante, por exemplo, você assinar um papel para provar que ama outra pessoa. O mesmo acontece com o amor entre duas pessoas do mesmo sexo.
Ainda assim, existem coisas que continuam sendo jogadas para baixo do tapete na sociedade. Como o cara que no domingo vai à missa, almoça com a sogra e, mais tarde, sai escondido com a amante. E depois ainda recrimina o filho, o vizinho ou o funcionário que tem uma postura parecida. É a famosa hipocrisia.
Eu só não acredito que amor e sexo sejam duas coisas separadas. Um puxa o outro, estão atrelados. Esses dias, estava almoçando com a minha mulher num restaurante quando entrou uma senhora enorme, pesada, com o marido. Minha mulher até comentou que eles ainda deviam se amar muito. Mas eu já acho que, além do amor, devem existir outras coisas que podem manter duas pessoas juntas. E uma dessas coisas é o sexo.
Você está prestes a lançar um novo disco de inéditas, com produção do Zeca Baleiro e colaborações de gente como Chico César, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown. Dá para adiantar o que vem por aí?
Há dois anos o Zeca me convida para fazer esse disco. Mas eu achava que não era necessário, até porque meu repertório é muito grande. Gravei mais de 400 músicas, 30 discos. Só aceitei agora porque realmente acredito que escrevi algumas músicas boas.
Como a faixa de abertura, "Aconteceu", em que falo dos relacionamentos que surgem por acaso, na rua. Aquela coisa sem conceito e preconceito, num hotel sujo, com bebida falsificada. Ou a música que dá título ao disco, "Praça Tiradentes", que tem um arranjo na linha do Bob Dylan mais antigo, com harmônica.
Acho que esse disco me leva de volta para o Odair José dos anos 70, o Odair José da reportagem musical, que é onde eu fui melhor.
ENTREVISTA CBN
CBN:
Grave suas sugestões ou críticas
Geral
Faltam 16 dias para ODAIR JOSÉ

Foi por um bom motivo

QUADRA CULTURAL MOVIMENTA BAIRRO SÃO FRANCISCO
Freguesia da foto
O Torto pelo Mundo

QUADRA CULTURAL
O próximo evento da Quadra Cultural acontecerá no dia 12 de março desse ano e tem como apresentação principal músico Odair José.
Em breve mais informações!
O Torto e a diversidade
O Torto Bar é e quer continuar sendo um ambiente que recebe pessoas de todos os perfis, do gari a executivo. Por pensar desta forma, tomamos o cuidado de manter um clima agradável a todos aqueles que frequentam nosso bar. Ainda assim, se for organizado um beijaço, será ótimo! Vocês terão nosso total apoio.
1 ano sem Pena Branca

Túnel do tempo: Há exato um ano atrás, o Magrão estava viajando às pressas para São Paulo para acompanhar o enterro do músico, que iria fazer um show na Quadra Cultural algumas semanas depois.
BAIRRO BOÊMIO por Gazeta do Povo

Manifestação para salvar o São Francisco
Moradores, comerciantes e frequentadores se reuniram ontem à noite no bairro histórico de Curitiba para pedir mudanças urgentes ao local: insegurança é um dos maiores problemas.

O Torto Bar
Obrigado Luciana!
O Torto Bar...
É um bom lugar...
Pois lá a cultura...
É cheia de ternura!
Na parede há um jogador...
Repleto de maestria e ardor!
Este bar faz um gol de sabedoria...
Quando alguém lá, declama, uma poesia!
Lá o samba dança com o Rock in Roll
Fazendo um verdadeiro gol!
Mas até a Lua veio chorar...
Pois difamaram este bar!
Seus frequentadores não são marginais
Pois são trabalhadores sensacionais!
Até o retrato do jogador solta um sorriso...
Dizendo que O Torto Bar é um paraíso!
Depois da reforma ele ficará mais belo...
Com o espírito de um real castelo.
Luciana do Rocio Mallon
SOBRE A PETIÇÃO
Acreditamos que houve um mal-entendido e queremos reverter essa situação.
Agradecemos a todos pela manifestação, esperamos em breve novidades.
O Magrão aproveita a oportunidade para dizer que, craque, só na parede do bar!
E como diz Clayton Auwerter: "O Bar do Torto é igual aquelas tias que chegam do Paraguai: Cheio de novidades!!!!"
PETIÇÃO
Bom dia,
Assisti a matéria exibida no dia 19/09/2010 na Revista RPC, a respeito de pontos de drogas em
Curitiba, em que mostra o bar do Torto como um dos principais pontos de usuários e vendas de
drogas, alem de afirmar que seus frequentadores são marginais que fumam crack, tacam pedras em
ônibus e ameaçam transeuntes. Sem contar a falsa afirmação de que o bar fica aberto até as 4 horas
da manhã e que os moradores, após as 22 horas, não podem sair de casa pois é perigoso. Afirmamos
com convicção, de que isto é um absurdo e não há perigo algum em passar em frente ao bar, os
clientes do Torto não ameaçam os pedestres, nem os carros e muito menos os ônibus.
Quero esclarecer que o Torto é um bar frequentado por pessoas trabalhadoras, que saem do trabalho
e passam lá para tomar uma cervejinha, comer um bolinho de carne e talvez jogar uma sinuca
sem compromisso. Não é frequentado por marginais. E é um bar que sempre respeitou os vizinhos
fechando cedo e nunca passando de 1 da manhã, procurando sempre controlar o limite de som e
bagunça de seus clientes. Além de muitos dos moradores da região também frequentarem o bar.
Não é porque é um bar pequeno e aberto, que é um bar de marginais. Muitas pessoas que
apareceram na reportagem são pessoas integras, e que não mereciam ser “tachadas” como viciados
ou delinqüentes. Foi muita falta de respeito por parte da equipe de jornalismo da RPC.
O bar fechou na noite do dia 20/09/2010 para reforma e vai reabrir em 15 ou 20 dias, neste
período sim a rua ficará realmente perigosa pois é escura, deserta e sem policiamento.
Achar flagrantes de usuários e vendas de drogas é fácil em muitos lugares de Curitiba. Isto acontece
tanto no Baixo São Francisco quanto na avenida Batel. Como a própria matéria mostrou, não é
necessário um bar para incentivar isso, pois na Mateus Leme, durante o dia, foi flagrado consumo
e venda de droga em frente a um estabelecimento fechado. E como foi dito também na reportagem,
não é do Torto que vem os usuários de crack e sim da Praça Tiradentes que agora está com
policiamento e iluminação. Nós, os clientes do Torto, estamos também incomodados com o grande
número de pedintes que se misturam agora entre aos clientes para pedir dinheiro e bebida.
Pedimos direito de resposta. Queremos mostrar para a população de Curitiba quem são os
VERDADEIROS frequentadores do “O Torto Bar” fazendo com que o bar seja reconhecido pelo
que ele é: um lugar frequentado por trabalhadores e não por marginais. E enfatizar que se a região
tivesse o policiamento adequado e uma boa iluminação, a segurança estaria garantida e nenhum
cidadão estaria exposto a esse tipo de situação relatada na matéria. Sendo assim, a culpa não é do
Torto e de seus freqüentadores, e sim do sistema de segurança de nossa cidade.
Sincerely,
CTRL + QUADRA CULTURAL
Ctrl from Groove Channel on Vimeo.
SOBRE A REPORTAGEM RPC
QUADRA CULTURAL APRESENTA
Aguardem novidades!
O TORTO BAR ILUSTRADO

Ilustração: Raphael Teles
O DIA DA QUADRA CULTURAL
Em breve cobertura completa.


A equipe da Galeria Lúdica fez fotos lindas do evento!
clique aqui para ver mais

























